sexta-feira, 28 de novembro de 2008

EQÜIDADE ELEITORAL

A Justiça Eleitoral, em primeira instância, cassou o registro das candidaturas e impediu a expedição dos diplomas do prefeito eleito de Manaus, Amazonino Mendes (PTB), e do vice, Carlos Souza (PP), por compra de votos. Cabe recurso ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Amazonas.

Na véspera do primeiro turno, a Polícia Federal apreendeu em um posto de combustível 419 requisições de carros já abastecidos com 20 litros de gasolina cada um. Nas requisições havia a frase "eleições 2008-Amazonino Mendes."

Noblat

4 comentários:

Cibele Souza disse...

Os sapos que lá gorgeiam nao gorgeiam como cá. Falta o que? Provas?

Ácido puro disse...

Nao falta provas, nao falta denuncias, afinal o MP agiu, recolheu e apresentou-as. O que faltou mesmo foi vontade, desde o principio. Marcas de cartas jogadas.

Anônimo disse...

A vontade as vezes é demonstrada de várias foramas. Se o ácido acima diz vontade querendo dizer que houve um "incentivo" para não se mexer nessa caixa de marimbondo chamada "compra de votos em Parauapebas", eu não acredito. Amazonimo tem dinheiro pra dar e vender. A hustiça eleitoral está mais consciente do seu dever. Que bom!

Anônimo disse...

As campanhas milionárias de Zé Alves e Miquinhas, com dinehrio da Sefaz. A campanha mais cara de todas, com certeza, a do Wolner, bancada pela secretarias de obras e pelo sr. João Fortuna, a do Pavão, ao Caiado, a camapnha do Euzébio tudo isso a olhos nu, e o Amazonino é cassado lá em Manaus.

É piada! Vale tudo!

Milton da falida EEPP, que faliu a SEFAZ, João Fonatana, Tio Eduardo, Branco Tratores essa gente operava a luz do dia e o MP paraense não consegui uma provinha de nada, estranho, tudo muito estranho!

A prefeitura também doou terreno para o MP?

Se todo mundo for diplomado, tem que prender é o promotor!