terça-feira, 16 de dezembro de 2008

TRÊS MIL CONTRATADOS SERÃO DEMITIDOS EM PARAUAPEBAS

Os reflexos da crise mundial já podem ser sentidos no Pará. É o que mostra o mais recente balanço sobre emprego formal no Estado, divulgado nesta terça-feira (16), pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos).

O estudo aponta que nos primeiros dez meses de 2008 (janeiro a outubro), com base em dados oficiais do Ministério do Trabalho, o saldo positivo foi 4,29%. No período foram feitas 236.455 admissões contra 214.455 desligamentos, gerando 22 mil postos de trabalho. Mas o número é menor do que o registrado no mesmo período de 2007, quando foram gerados 28.136 empregos. O crescimento foi de 5,86%.

Em Parauapebas os funcionários que não prestaram concurso público e prestam serviços à PMP, já receberam aviso que os contratos se encerram no próximo dia 27. O ofício da PMP é para funcionários de quase todos os setores do governo e os que prestam serviços em outros órgãos, cedidos. A Prefeitura de Parauapebas conta hoje com aproximadamente três mil contratados e uma folha de pagamento na ordem de treze milhões de reais mês.

7 comentários:

Anônimo disse...

Vale salientar que muitos desses "contratados" apenas lotam as repartições, não tendo nenhuma função como facil de ser notado nas repartições que estão lotados.
Semob, Sepror, Seplan e Gabinete e facil ver a quantidades pelos corredores e sentados pelos canteiros.

Zé Dudu disse...

os funcionários contratadados da PMP e que trabalham no Fórum de Parauapebas, foram também demitidos. Tal atitude obrigou a MMª Juíza Eline Salgado a cancelar as férias, no período de fim de ano, de todos os funcionários concursados. Poderá até haver um regime de plantão nos meses de janeiro e fevereiro, quando Darci prometeu recontratar os contratados agora demitidos.

Anônimo disse...

Ainda tem funcionarios contratados lotados em outras repartições, do estado e da união. São os casos do Ibama, Imater, Adepará, Policia Civil e Militar, Defensoria, Cartorio Eleitoral, Justiça do Trabalho e Correios,todos contratados sem comcurso publico, como preconiza o art. 37 da CF. Sem contar que tem gente ainda, no FAM, Sorri, Apae e se brincar tem até no DM do PT.
Esse pessoal chega a um total de 300 pessoas que são pagas com o meu, o teu e nosso rico dinheirinho.
Agora trabalhar que é bom, niguem trabalha.
A Dra, tem que usar seu pulso firme e cobrar do TRE que promova concurso publico para o Cartorio Eleitoral, nós o povo já estamos cansados de paga as contas do outros.
Vamos Tia Julia, reaja.

Lucia disse...

Acho que o anonimo das 16:59 não deveria radicalizar, falar que a PMP tem servidores contratados em vários setores vá lá, agora dizer que em todos eles os servidores não trabalha chega ser uma afronta a inteligencia da população, pois, exemplo disso são os servidores lotados no ambito da justiça, que trabalham talvez até mais que os concursados da PMP, pois conheço uns que efetivos que ficam em casa esperando o salário no final do mês, enquanto os que citei podem ser vistos em seus setores ralando pra merecer o salário. Bom seria esses reais trabalhadores serem vistos por sua atuação pela administração e mantidos em seus empregos, demitir sim, mas aqueles que lá foram colocados pra garantir apoio em campanha, isso seria justiça.

Anônimo disse...

Será que em Parauapebas tem folha paralela sendo controlada pelo A.Neto e pelo Milton. Alguém já ouviu falar nisso. Não falei Nilson da CKS, falei nisso.

Anônimo disse...

vixi.. fora os funcionarios fantasma e os da dmtt que nao trabalham.. e tambem.. tem gente concursado que nao trabalha so receber. no DMTT ta assim ó!!

Estamos de olho disse...

Lucia me desculpe, não foi essa intenção de radicalizar, sou conhecedor do quão trabalha os funcionarios lotados no judiciario.
Mas a intenção foi alertar que essa conta quem tem que pagar é o Estado e não o municipio.
Tenho certeza que muitos desses servidores lotados em outras repartições que não são do municipiuo tambem ralam muito e precisam desse trabalha para manutir o seus lares.
O que ocore é justamente o exagero de pessoal lotado no municipio, justamente em razão dos acordos politicos.
E o que me causa estranheza é que na hora do corte, começe justamente por quem trabalha.
Esse conta eu não posso pagar. O que quero é as ações do Municipio nas ruas, na minha, na sua e nas nossas.
Estamos de olho